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Você conhece “Ela”?
Ela até poderia ser a 8º maravilha do mundo, linda, formosa e cheia de um componente invisível chamado “esperança”. Divide-se em partes correspondentes a diversos contrastes de emoções e sentimentos como: amor e ódio, show e desastre, vitórias e derrotas entre outros.
Suas características mutantes e de multi-habilidades impressionam, consegue a velocidade de um carro, a agilidade de um contorcionista, mas também anda devagar como uma tartaruga. Seu ponto forte e de grande vibração é justamente quando ela fica parada, inerte no início e no fim, no canto e ao redor.
Ela é muito conhecida, figura entre as grandes estrelas do show mundial, mas não tem vaidade e não pratica a ostentação, foi criada com simplicidade e bons princípios. Em curtos espaços de tempo ela se renova e se reinventa, em todos os sentidos, na aparência, no design e na composição, exigindo a transpiração, a inspiração e um verdadeiro trabalho em equipe para adaptar-se à inovação.
Ela consegue um feito inusitado, quando se encontra com alguns de nós, ela deixa ao mesmo tempo um monte de pessoas tristes e desiludidas, mas também um enorme número de gente alegre, vibrante e entusiasmada.
Sua dualidade traduz fantásticas incoerências. Ela é chutada, pisada, maltratada ao mesmo tempo que é idolatrada, admirada, acariciada e muitas vezes beijada.
Ela é a BOLA.
O mundo corporativo da competitividade trava, atualmente, a batalha da diversidade, como uma bola. O gestor de sucesso será aquele que eficazmente liderar a diversidade no campo de atuação entre a empresa e as pessoas.
Show de Bola!
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